Pesquisa, reflexão e discussão sobre patrimônio nas universidades

Prédio da Reitoria da Unirio. Imagem cedida por Evelyn Furquim Werneck Lima / Acervo CRI / Unirio

A universidade tem um papel fundamental na preservação do patrimônio histórico, na opinião do professor Flávio Kiefer do curso de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS). Primeiro, porque é nela que transitam e saem os fundamentos do que é patrimônio, do que deve ser preservado e como isso pode ser feito. Essa edição do RCMA dá continuidade a uma série sobre o assunto iniciada ontem.

 

Professor Flávio Kiefer da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS): “papel fundamental na preservação do patrimônio histórico”. Imagem cedida pelo entrevistado.

– A universidade funciona como uma caixa de ressonância que propaga para a sociedade os conceitos e valores que vão nortear as decisões do que deve ser protegido e serve de paradigma intelectual para os órgãos públicos que têm a missão de traçar políticas e sistemas de proteção do patrimônio -, analisa Kiefer.

Em segundo lugar, ele cita que ela tem importância pelos estudos teóricos que suscita pelas pesquisas científicas que desenvolve, pelo teste de técnicas, materiais e procedimentos, pelos exercícios de projeto de restauro e de rearquitetura, de levantamentos fotográficos, documentais, cadastrais e tantos outros que acabam sendo úteis aos órgãos de proteção do patrimônio ou mesmo a outros interessados em levar adiante reivindicações de preservação que contrariem o consenso.

– A universidade transforma o pensamento na área do patrimônio e restauro em algo vivo, permanentemente em discussão e transformação -, define o professor.

No período em que lecionou a disciplina Técnicas Retrospectivas na ULBRA, em Canoas, Kiefer incentivou alunos que viajavam diariamente de cidades distantes a identificarem um imóvel e justificarem a importância de ele ser preservado. E que, a partir daí, aplicassem a metodologia do projeto de restauro.

– Foi muito gratificante ver como todos eles traziam opções bem justificadas para suas escolhas. Melhor ainda foi saber que muitos tinham envolvido suas comunidades em torno do assunto, inclusive prefeituras e câmaras de vereadores, criando interesse real na preservação de tal ou qual imóvel -, orgulha-se o mestre.

Kiefer diz que a experiência serviu de lição até mesmo para ele, que se livrou de preconceitos decorrentes da erudição em torno da qualidade estética e construtiva da arquitetura ou mesmo do significado histórico de cada edificação. Ficou mais evidente para ele que cada comunidade tem as suas referências, seus marcos referenciais da memória, que criam a ideia de estabilidade e continuidade na vida daquela comunidade.

Ana Carolina Pellegrini, professora do Curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo e do Programa de Pesquisa e Pós-graduação em Arquitetura (PROPAR) da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) ressalta que a importância da participação da universidade na preservação do patrimônio histórico de sua região está principalmente em sua capacidade de pesquisa, reflexão e discussão do tema, “em contexto idealmente resguardado de pressões e interesses de mercado e políticos”.

 

Professora Ana Carolina Pellegrini também ressalta a importância da participação da universidade na preservação do patrimônio histórico. Imagem cedida pela entrevistada.

– As formas de preservação do patrimônio histórico e os critérios adotados para intervir em edificações ou sítios culturalmente relevantes despertam polêmica e debate dentro e fora do ambiente acadêmico. A autonomia da universidade pública, garantida pela Constituição Federal, contempla aspectos didático-científicos, administrativos e de gestão financeira e patrimonial. Somem-se estas favoráveis condições ao alto grau de excelência da formação técnica de seus integrantes e o resultado indicará um campo fértil e plural para a construção de ideias e meios que contribuam para a salvaguarda do patrimônio histórico -, analisa a professora.

O curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFRGS conta com disciplinas voltadas à reflexão sobre a preservação do patrimônio, como a de Técnicas Retrospectivas e o Ateliê de Projeto Arquitetônico IV, cuja temática é projetar nova arquitetura em contexto edificado, abrangendo, inclusive, a solução dos interiores. Segundo Ana Pellegrini, trabalhos de conclusão deste curso, cada vez mais, têm apresentado temas referentes à salvaguarda e à transformação qualificada da paisagem construída, ambientados em cidades da região, mas não exclusivamente.

– Em 2019, por exemplo, cerca de um terço dos Trabalhos de Conclusão de Curso apresentados na Arquitetura da UFRGS versavam sobre projetar no construído. É digna de nota a recorrência de projetos localizados no 4º Distrito de Porto Alegre, antiga área industrial da cidade, degradada, mas que, depois de iniciativas pontuais de revitalização com vistas a novos usos culturais, está sendo contemplada por novo plano urbanístico, desenvolvido também no âmbito da universidade, em parceria com a Prefeitura Municipal -, observou a professora.

Os cursos de pós-graduação stricto sensu, PROPAR (Programa de Pesquisa e Pós- graduação em Arquitetura) e PROPUR (Programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional), contribuem para a pesquisa sobre o patrimônio histórico – não apenas na região, mas também em contexto nacional e internacional, de acordo com Ana.

– Destaco o acervo de trabalhos voltados ao inventário do patrimônio moderno realizados pelo PROPAR, os estudos dedicados à memória das cidades, desenvolvidos pelo PROPUR, bem como a promoção de eventos para o público acadêmico e para a comunidade -, diz ela.

Outro ponto importante citado pela professora é o curso de Museologia, da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação, que criou a pós-graduação em Museologia e Patrimônio e forma profissionais em nível avançado para atuar nas universidades, institutos, órgãos estatais, museus, etc.

O desenvolvimento do Resgate do Patrimônio Histórico e Cultural da UFRGS é reconhecido internacionalmente. Desde 1999, o projeto faz ações para recuperar e preservar, atualizar o uso e conservar preventivamente o conjunto das edificações que constituíram, na virada do século XIX para o século XX, as sedes dos primeiros cursos que originariam a Universidade.

As edificações dos campi da UFRGS compõem um dos mais antigos conjuntos arquitetônicos construídos no Brasil para a educação superior. O projeto capta recursos através de Lei Federal de Incentivo à Cultura e tem ampla adesão da comunidade. Nove prédios já foram completamente restaurados e ações comunitárias de conscientização a respeito da importância da preservação patrimonial foram realizadas. O trabalho foi tão importante que recebeu os prêmios Rodrigo Melo Franco de Andrade, em 2006, e o Internacional Rainha Sofia de Conservação e Restauração do Patrimônio Cultural, em 2012.

Educação patrimonial

A arquiteta e urbanista Evelyn Furquim Werneck Lima, professora titular do Centro de Letras e Artes da Universidade de Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), defende que sempre que possível, a universidade deve participar da preservação do patrimônio da região em que se situa e promover a educação patrimonial. O campus da Praia Vermelha localiza-se no bairro da Urca, que tem vários bens tombados, repleto de residências significativas do ecletismo e do Art-Déco carioca edificados em ruas arborizadas.

Nesse campus, há um galpão remanescente da Exposição de 1908, que é hoje dependência da universidade e foi tombado por ação de um grupo de professores junto ao Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). No local funcionam dois teatros: a Sala Glauce Rocha e a Sala Paschoal Carlos Magno, do Centro de Letras e Artes, além de outras dependências.

– A universidade tem papel relevante na conservação do patrimônio e a Reitoria, no campus da Urca, também situado na Avenida Pasteur, funciona em uma antiga residência tombada e bem conservada. Acredito que a universidade deva exercer trabalhos de extensão envolvendo a educação patrimonial e as proposições para a conservação do patrimônio edificado. No período em que exerci a coordenação e idealizei os cursos na Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (lato-sensu) no Instituto Metodista Bennett, em especial no curso de Restauro e Reciclagem de Edificações, incentivei os alunos não só a proporem projetos para a conservação do casarão histórico da Rua Marquês de Abrantes 55, sede do instituto, mas também para elaborarem projetos para inúmeros imóveis tombados e preservados na cidade, quase sempre para readaptá-los como moradia -, conta Evelyn, que também é membro do Conselho do Patrimônio Cultural/RJ, pesquisador do CNPq.

 

Prédio da Reitoria da Unirio. Imagem cedida por Evelyn Furquim Werneck Lima / Acervo CRI / Unirio

Alguns projetos selecionados foram publicados no livro ‘Cultura, Patrimônio e Habitação. Possibilidades e Modelos (7 Letras, 2004)’. Paralelamente, no Curso de Projetos Urbanos, os alunos executaram projetos de preservação e melhorias urbanas para áreas como Catumbi, Cruz Vermelha, Santa Teresa, Cidade Nova e a Área Portuária. Como muitos pós-graduandos eram arquitetos de diferentes órgãos do município, alguns dos projetos foram implementados e a história de alguns bairros cariocas estudados foi publicada na segunda parte do livro ‘Espaço e Cidade- Conceitos e Leituras. (7 Letras, 2004)’, ampliando a divulgação da educação patrimonial.

A professora conta que um dos projetos de arquitetura e urbanismo mais relevantes que coordenou com estudantes de graduação e de pós-graduação foi o de intervir na área portuária do Rio de Janeiro, intensificando a conservação dos imóveis tombados e preservados para moradia de baixa e média renda e incentivando usos culturais para os galpões industriais desativados.

O Relatório Final – desenvolvido com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) – constando do diagnóstico detalhado de toda a área e dos projetos a serem implantados, foi entregue ao poder municipal em janeiro de 2001. Não foi executado, mas segundo Evelyn, chamou a atenção para a área e deu origem a outros projetos.

– Inegavelmente, a universidade pode proporcionar grandes impactos positivos nas questões da preservação do patrimônio, alertando as diferentes esferas de poder, seja por meio de projetos de extensão, projetos de pesquisa ou até mesmo das teses e dissertações que podem sensibilizar o poder público tal como ocorreu na minha tese de doutorado (1997), que despertou a prefeitura para a recuperação da Cinelândia e, em especial, do antigo cinema Odeon e, também, para as melhorias executadas na Praça Tiradentes -, conclui Evelyn.

Identidade e memória de Petrópolis

 

Participantes do projeto Casa Museu do Colono, com Claudia Baima (à direita, de preto). Imagem cedida por Claudia Baima

O curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) iniciou suas atividades na cidade serrana de Petrópolis no primeiro semestre de 2016. Petrópolis teve seu conjunto urbano-paisagístico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1964, e estendido em 1980 e 1982. Parte considerável da cidade está sob a jurisdição do Escritório Técnico do Iphan na Região Serrana e, legalmente, para qualquer intervenção nessas áreas, se faz necessário o aval dos técnicos responsáveis.

– Mediante este rico acervo arquitetônico, o corpo docente com o corpo discente vêm elaborando desde então, uma série de Projetos de Extensão e atividades acadêmicas voltados para a valorização, preservação e difusão deste patrimônio. O campus está localizado em um casarão, que pertenceu à família de Joaquim Nabuco, inserido no conjunto urbano-paisagístico tombado -, explica a professora Claudia Baima.

Segundo ela, o Projeto de Extensão “Conhecendo o Patrimônio Arquitetônico de Petrópolis” (2018 – atual) desenvolvido pelo professor Arthur Tavares com a colaboração dos professores Claudia Baima, Maria das Graças Ferreira e Alexandre Lourenço, vincula-se intimamente ao desenvolvimento de uma pesquisa sobre arquitetura petropolitana, com vistas a oferecer necessária contribuição para a consolidação da historiografia arquitetônica regional, e promover a valorização do patrimônio arquitetônico local, ampliando sua difusão através da produção de conteúdo específico para veiculação em meios de divulgação estratégicos.

Como desdobramento deste projeto, a pesquisa propõe a elaboração de um guia de arquitetura do primeiro distrito do município com o objetivo constituir fonte bibliográfica de referência, dirigida tanto a arquitetos e pesquisadores como ao turista diletante, visando enriquecer a experiência de visitação às obras pesquisadas, e a fortalecer a ainda incipiente prática da educação patrimonial, afirma Claudia.

Claudia Baima: valorização da cidade

O Projeto de Extensão “Fichas de Diagnóstico sobre Incidência de Parâmetros Construtivos” (2018-2020) de Claudia, em colaboração com os professores Arthur Tavares e Alexandre Lourenço, partiu do convite feito pelo Escritório Técnico para o levantamento e preenchimento de fichas de diagnósticos do conjunto tombado, assim como de sua área de entorno. As vinte e sete fichas confeccionadas pelos alunos servirão de material de análise do uso do solo à luz da legislação vigente, nas áreas tombadas do conjunto urbano-paisagístico e entornos preservados da cidade de Petrópolis, visando um estudo para a pertinência de uma rerratificação da Portaria nº 213/96 do IPHAN, relacionada à ocupação, uso do solo e gabaritos destas áreas.

A professora Claudia explica que, a proposta desta rerratificação da portaria é tornar a atual normativa mais condizente com a dinâmica de crescimento da cidade, porém, ao mesmo tempo, respeitando e preservando os valores atribuídos ao conjunto quando de seu tombamento, assim como conservando seu desenvolvimento coerente e a sua adaptação harmoniosa às necessidades contemporâneas.

O Projeto de Extensão intitulado “Preservação – Educação Patrimonial: Casarões e Palacetes do Centro Histórico e Paisagístico de Petrópolis/RJ” foi criado em 2018 pela professora Maria das Graças Ferreira, com o objetivo de levantar dados, promover palestras, informativos, visitas guiadas para a divulgação sobre a história, arquitetura e patrimônio do Centro Histórico e Paisagístico da cidade de Petrópolis e de contribuir para a difusão da educação patrimonial do Patrimônio Cultural, arquitetônico e paisagístico, implantado no século XIX e XX, construído a partir do plano urbanístico do Major Júlio Frederico Koeller, de 1845.

– Seu principal enfoque é a integração da Universidade com a comunidade, com a participação dos alunos na produção e divulgação de conteúdo por meio de eventos, palestras realizadas no campus, escolas e museus e publicações na página do Facebook “Educação Patrimonial – UERJ Petrópolis” (@patrimoniopetrópolis) e na elaboração de ações educativas, conclui Claudia.

O Projeto de Pesquisa “Projeto de Restauro – Casa do Barão do Rio Branco/Petrópolis” em desenvolvimento desde 2018, é coordenado pela professora Maria das Graças Ferreira, com a colaboração dos professores Claudia Baima, Patrícia Drach, Carina Martins e Vinícius Masquetti. O conjunto arquitetônico-paisagístico é tombado pelo INEPAC e pertence à UERJ. A proposta do projeto é desenvolver pesquisas e estabelecer as etapas do projeto de restauro do casarão, anexos e jardins com o corpo docentes e discentes, para sua preservação através da reabilitação do conjunto tombado. Os resultados da pesquisa, ainda em andamento, alimentam, com todas as informações coletadas e trabalhos desenvolvidos pelos alunos, o site https://uerj-arq20181.wixsite.com/witeebs , disponível para consulta.

– Através da disciplina “Maquete”, ministrada pela professora Glaucia Augusto Fonseca, pretendemos exibir a original concepção arquitetônica, revivendo magicamente a exemplar de edifícios em muitas ocasiões esquecidos e frequentemente descaracterizados. Buscamos solidificar o respeito pelo patrimônio edificado, por criar consciência de pertencimento, afetividade e ascendência de conhecimento e valorização dos exemplares da cidade de Petrópolis. As maquetes resultam em um excelente meio para conhecer obras arquitetônicas relevantes, despertando na comunidade, nos turistas e na nova geração (representada por nossos alunos) a valorização e o respeito pelos edifícios patrimoniais -, ressalta a professora.

Em parceria com o escritório técnico do IPHAN, o Projeto de Extensão “Pesquisa de edifícios e centro histórico com processo de tombamento no Iphan”(2019), coordenado pela professora Maria das Graças Ferreira e colaboração das professoras Claudia Baima e Patrícia Drach, trata da cooperação para a pesquisa e levantamento de dados para a conclusão e encerramento do processo de tombamento da Casa Museu do Colono. Como desdobramento deste projeto, participamos do evento “Primavera dos Museus”, com palestras educativas para turismólogos da cidade, sobre o sistema construtivo do Museu-Casa.

O Museu Casa do Colono também é o objeto de estudo do Projeto de Pesquisa (2020) desenvolvido pela professora Sabrina Barbosa, com bolsa da FAPERJ para o aluno, e a colaboração da professora Claudia Baima. A pesquisa intitulada “Avaliação do conforto em patrimônio histórico arquitetônico de Petrópolis – RJ: um estudo envolvendo simulação computacional” tem como objetivo avaliar o conforto térmico e luminoso do edifício patrimonial que abriga o museu.

A professora Claudia aponta que, a construção representa uma das edificações mais antigas existentes na cidade e remete à adaptação vivida pelos imigrantes germânicos após sua chegada à região. É relevante, portanto, que seu desempenho térmico e luminoso seja avaliado enquanto em reuso como ambiente museológico, a fim de guiar futuro projeto de restauro, com a identificação da necessidade de adaptações, visando garantir sua conservação e seu valor histórico.

O importante trabalho desenvolvido no Museu Casa do Colono pelos professores Claudia Baima e Paulo Rocha para o “estudo de adequação das instalações elétricas para edificações tombadas utilizando plataforma BIM” (2019 – atual) se consolidou com a parceria da museóloga Ana Carolina Vieira para a elaboração de um Relatório Técnico submetido ao edital do “Fundo Ibermuseus para o Patrimônio Museológico”. O Museu Casa do Colono foi um dos 5 projetos contemplados pelo edital e o único no Brasil.

O Fundo é uma convocatória anual e sua contribuição é voltada para a “proteção do patrimônio ibero-americano por meio de apoio à realização de diagnósticos e planos de intervenção, ações de assistência técnica e intervenção pontual em situação de emergência. Este ano de 2020, o Fundo priorizou as “solicitações decorrentes de situações de riscos produzidas pelos fechamentos temporários dos museus em razão da pandemia do COVID-19”.

Segundo a professora Claudia Baima, este prêmio reflete a dedicação e desenvolvimento dos trabalhos elaborados pela faculdade para a valorização da cidade.

– Todas as ações são gratificantes para o fortalecimento da identidade e da memória de Petrópolis -, diz Claudia.

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